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26/04/2011

Plus Galeria: Brincadeira de gêneros











A brincadeira e ou discussão dos gêneros é um assunto recorrente. Os papéis muitas vezes impostos aos sexos se tornam estereótipos tolos que permeiam o universo infantil e que é aqui retratado de maneira sutil pelas mãos do artista carioca Fábio Carvalho. A série de pinturas "Macho Toys" "surge como uma reflexão sobre os elementos que constituem os estereótipos sobre gênero e sexualidade, sobretudo nas culturas ocidentais machistas" segundo o próprio artista. Elementos ícones do universo feminino e masculino são fundidos em plásticas e coloridas obras que dizem mais do que muitos imaginam! Isso serve para muitos pais, né?

Gostou? Suas obras estão a venda na Plus Galeria, é só clicar, pagar e receber em casa! 

14/02/2011

Plie Pequi Art + Plus Galeria convidam: Exposição de Oscar Fortunato!




NA PERIFERIA DO PUNK

 Quando o outsider volta o olhar para si mesmo, encontra o mundo. E Oscar Fortunato é o outsider do punk. O seu trabalho expõe um olhar incisivo sobre as coisas, mas com o refinamento poético que lhe é peculiar. A ordem é faça-você-mesmo. Essa exposição é como um auto-retrato. Caveiras, o eterno elogio à resistência, aparelhos de som, frases em spray e várias, mas várias camadas de ironia, sensibilidade e revolta frente ao atual mundo caduco.

 Oscar não se contenta com a posição confortável de observador na arte. Nem com títulos confortáveis que lhe dão. É por isso que até no Punk, Oscar se interessa mesmo é pela periferia do pensamento. É de lá que ele nos propõe a visão da morte, da opressão, do caos. E é nessa posição de limite que a beleza aparece, fronteiriça. A resistência como estandarte da existência. O caos como condição natural da criação. A morte como lembrança da vida. O sublime sobrevive.

 Se estão vendendo cartões postais de enforcados, aqui os convites estão sendo silkados pelo próprio artista. Nessa exposição - comemorativa aos 40 anos de Oscar - haverá óleo, spray, adesivos (stickers), serigrafia sobre tela e coisas. Tipografia, planos de cidade, sobreposição sobre tela. Tudo feito por um artista que toma parte na produção de sua obra e da exposição, que será mais do que telas na parede. Um happening com música ao vivo, discotecagem, trombetas apocalípticas e algumas outras surpresas no dia 15 de fevereiro, na Marcos Caiado Galeria de Arte, que encerra com esta exibição suas atividades.

Por Tarik Hermano


Vamos?

07/12/2010

Plie Pequi Art #5 + Plus Galeria


street kid



























A série de posts Plie Pequi Art ganha reforço: a Plus Galeria. Em comum, Plie e Plus têm a idéia de promover e valorizar a arte, mostrar o quanto Goiás já deixou para trás o ranso de interior caipira. Aqui, temos sim, ótimos artistas que não perdem em absolutamente nada a quaisquer outros e precisamos valorizá-los. Então, a partir de hoje, temos a grande honra de "receber" um pouco da arte e dos artistas que estão na Plus, esta galeria on-line que vende uma diversidade incrível de arte.
Começamos com Fernando Carpaneda, escultor auto-didata, que tem família goiana, viveu durante um grande período em Brasília e hoje, reside em Nova Iorque. Sua arte, muito original, tem influências do universo punk e forte ligação com a rua, retratando o submundo de drogados, garotos de programa, marginais e mendigos. Seus personagens são sempre homens, nudez e sexo com forte presença em sua obra. Seu trabalho faz parte do acervo permanente do The Museum of Sex (Nova Iorque) e do The Eroctic Heritage Museum (Las Vegas). Carpaneda lançou sua auto-biografia "O Anjo de Butes", onde conta sua trajetória de artista underground que ganhou reconhecimento mundial, além de suas experiências no submundo de metrópoles em que viveu. Carpaneda falou ao Plie Blog e respondeu algumas de nossas curiosidades:

Plie: Como foi seu início no mundo das artes? Quando começou?
Fernando Carpaneda: Comecei a pintar quadros quando tinha 13 anos de idade. Quando fiz 18 anos comecei a trabalhar com assemblagens, objetos e resina. Eram trabalhos feitos em grandes proporções. Sempre retratava a figura humana em tamanho natural coberta por piche e muitas vezes essas figuras apareciam mutiladas. A partir de 1989, comecei a trabalhar com argila. Estou me especializando em retratos em miniatura desde então.

Plie: Sabemos que no Brasil,por diversos fatores, os artistas sofrem para viver somente da sua arte e em vários casos, exercem até mesmo, outra profissão. Você vive da sua arte?
Fernando Carpaneda: Vivo da minha arte!

Plie: Quais técnicas utiliza?
Fernando Carpaneda: Argila, tecidos (corte e costura), cabelos humanos, tintas, etc.

Plie: Tem alguma mensagem, em especial, que quer transmitir com seu trabalho?
Fernando Carpaneda: Seja você mesmo. Nunca siga parâmetros ou academia. Não acredite em opiniões de críticos de arte ou curadores. Eles são assalariados e trabalham em prol de promover as instituições que os emprega ou trabalham para revistas de arte que pagam por suas críticas. Curadores e críticos de arte expõe e mostram o que convém ser mostrato. Com isso excluem do mapa novas propostas e bons artistas.

Plie: Qual seria a característica marcante da sua obra?
Fernando Carpaneda: Sinceridade

Plie: Busca algum tipo de inspiração?
Fernando Carpaneda: O ser humano é minha maior inspiração.


*Os prints Street Kid, são serigrafia sobre papel especial, estão a venda na Plus Galeria por R$200,00. Bacanérrimo, não?